25 de dez. de 2015

Imagine Com Lil Za (Xavier Smith)

Ignorem os erros, por favor!

Za <3

Za: Por que você não pode levar ela junto?
(Seu Nome): Porque eu não vou conseguir comprar as coisas direito com ela. 
Za: Mas amor... 
(Seu Nome): Por favor, vai ser rápido. - Falou e beijou ele - Tchau. 
Za: Tchau. - Beijou ela novamente e a mesma saiu.


Lil Za On

Pois é, lá vamos nós de novo. Lembram de mim né? Pai da Alyssa e tal. Então ela está com dois anos e é uma peste... - Fui interrompido.

Bieber: ZA.

Subi de volta pro quarto da Alyssa e vi o Khalil segurando a mesma, um pouco afastada do seu corpo.

Eu: O que foi? 
Khalil: Sua filha está podre, pelo amor de Deus homem, o que vocês dão pra ela comer? 
Eu: Poxa, por que não cagou quando sua mãe ainda estava aqui Alyssa? Brincadeira hein. - Deitei ela no trocador.


Logo abri e fralda dela.

Eu&Khalil&Bieber: Argh - Em coro. 
Khalil: Meu Deus.


Limpei ela direito, peguei a fralda e coloquei na mesma.

Bieber: Quando e que você vai aprender a colocar a fralda direito? ESTÁ VIRADA. - Começou a arrumar a fralda nela - Seu pai não saber fazer nada né Alyssa? Esse inútil. Pronto, o tio arrumou pra você. - Pegou ela no colo. 
Za: Vamos no mercado ou não? - Peguei a bolsa dela. 
Khalil: Vamos.


...

Bieber: Vamos comprar o que mesmo? - Perguntou enquanto largava a Alyssa no chão. 
Khalil: Está com quem a lista de compras? Eu: Com você, seu doente. 
Khalil: Ah é. - Sorriu e tirou do bolso.


Ele disse o que tinha que pegar primeiro e fomos lá no corredor. Em seguida entramos no corredor de brinquedos.

Bieber: Cara, tínhamos que comprar mais arminhas NERF. - Falou enquanto pegava uma na mão. 
Eu: É verdade, já tínhamos falado isso. 
Khalil: Agora tem novos modelos.


Ficamos ali entretidos até que eu ouvi a voz da Alyssa.

Aly: Mamain - Agarrou minha camiseta. 
Eu: A mamãe não está aqui, amor. - Falei sem olhar pra ela. 
Aly: Mamain
Eu: Ela já vem, bebê.


Já que ela não havia falado mais nada, voltei a ver o resto das arminhas. Pegamos algumas e colocamos no carrinho e fomos ver alguma coisa pra Alyssa.

Khalil: Aqui, parece a Alyssa, moreninha. - Riu e pegou a boneca. 
Eu: Olha aqui o bebe, Aly. - Virei pra mostrar a boneca, mas a Alyssa não estava ali. - Meu Deus, cadê minha filha? 
Jus: Ela está aqui cara - Olhou para trás -Pelo menos a última vez que eu vi, ela estava aqui. 
Eu: Perdi minha Alyssa. E agora? 
Khalil: Vamos olhar os outros corredores.


Logo cada um foi pra um lado. Olhei os corredores, perguntei se alguém tinha visto ela e nada. Meu deus, senti uma dormência na hora nas minhas pernas.
Khalil: Acharam ela?
Bieber&Eu: Não. 
Eu: Cara, a (Seu Nome) vai comer meu cu. 
Khalil: Nosso cu, você quis dizer não é. 
Eu: E agora? O que vou fazer?


...

Já havíamos dado muitas voltas naquele mercado e nada da Alyssa.

Bieber: Gente, já revirados o mercado todo e nada dela. 
Eu: Eu tenho que achar meu bombom. 
Khalil: Za e se ela saiu junto com alguém? 
Eu: Não brinca assim comigo, cara. - Falei com voz trêmula. 
Bieber: Vamos pra casa? 
Eu: Cara eu tenho que achar ela. 
Khalil: Za, mas ela não está aqui. Vamos.


...

Havia chegado em casa, vi que a (Seu Nome) já havia chegado, pois o carro dela estava estacionado na frente de casa.

Eu: Ela vai me comer vivo. 
Bieber: Quem? 
Eu: A (Seu Nome ). Ela já está em casa. 
Khalil: Boa sorte. - Deu uns tapinhas em meu ombro.  
Eu: Gente vocês não precisam ficar aqui.  - Desci do carro. 
Bieber: Mas queremos saber da Aly. 
Eu: Primeiro deixa eu conversar com a (Seu Nome). 
Bieber: Liga pra nós depois. 
Eu: Se ela não tiver me matado, eu ligo.


Caminhei até a entrada, abri a porta e entrei, fechando a mesma atrás de mim. Logo vi a (Seu Nome) vindo da cozinha.

Eu: Amor... Me desculpa, quando fui ver ela já não  estava mais la comigo. Me perdoa. - Falei desesperado. 
(Seu Nome): Do que você está falando? 
Eu: Da Alyssa. Eu não sei onde ela está. Eu perdi ela la no mercado. MAS A CULPA É TODA SUA QUE DEIXOU ELA COMIGO. - Falei super rápido. 
(Seu Nome): XAVIER, CALMA. Amor, a Alyssa veio pra casa comigo. Fica calmo. Ela está ali. - Apontou em direção ao sofá. Olhei e a mesma estava me olhando. 
Eu: Como..? 
(Seu Nome): Ela me viu e veio correndo em minha direção, ela até tentou avisar você, mas vocês estavam entretidos la com os brinquedos. - Riu. 
Eu: - Respirei aliviado e caminhei em direção a Alyssa, pegando a mesma no colo - Não faz mais isso comigo. - Abracei ela. - Quase matou o pai do coração.


Olhei bravo pra ela, e a mesma me olhou com cara de choro.

Eu: Não não não precisa chorar. O pai te ama minha bonequinha. 


Fim.

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Feliz Natal :}

Passei aqui pra desejar um feliz natal pra vocês e pra deixar um presentinho u.u haha
Também para me desculpar ou pelo menos tentar me desculpar pela demora, sério gente, me desculpem.
Espero que vocês tenham gostado do Imagine, foi o que saiu gente :(
Bom, então vou ficando por aqui.
Se gostem comentem, por favor, se não gostarem comentem também u.u
Qualquer coisa, estou ai, só falar.
Beijos, fiquem com Deus, amo vocês.

WhatsApp: 51 89541814
Xx Carla Honatel

Tchau tchau.

6 de dez. de 2015

Never Meant To Fall In Love - Capitulo 07.


Tenham Uma Ótima Leitura... =)

Seu Nome Johnson P.O.V

Infelizmente, o tempo passa rápido demais...

  "Não era porque eu era virgem e sim, porque não queria nenhum compromisso comigo." Foi a explicação que ele me deu naquela noite, parece mais papinho de moleque sem rumo. Bufei. Ouvi batidas na porta do meu quarto e não respondi, a mesma foi aberta.

- Já vou indo. - meu pai disse entrando em meu quarto, o olhei. - Tem certeza que vai ficar bem sozinha?

Sorri, pois ele me olhava preocupado.

- Pai... Vai ficar tudo bem, não se preocupe comigo. - pisquei e ele sorriu.

- Tudo bem, ligo assim que eu chegar no hotel.

- Me liga mesmo, vou esperar. - me levantei da cama e o abracei, beijei seu rosto.

- Fica com Deus, te amo. - ele beijou a minha testa.

- Te amo também.

Desci com ele até a porta, ele me abraçou novamente e saiu, fechei a porta e me joguei no sofá. Vou sentir saudades dele, um mês longe não é para qualquer um.

[...]

- Não foi dessa vez, que se livrou de mim. - Derek disse rindo, ao me ver entrando em seu quarto.

- Que horror, garoto. - me aproximei dele e beijei seu rosto. - Nossa, você fede a hospital.

- Engraçadinha. - ele riu sem humor. - Demorou pra vir me ver.

- Não queria incomodar e fui no hospital, mas era só pra familiares. - sentei na cama.

- Eu sei, meu coroa falou.

- O que te deu na cabeça? Queria se matar? - Perguntei.

- Não, só estava me divertindo, como todos naquela festa. - ele riu fraco.

- A é? E por acaso, todos entraram em coma alcoólico, depois? - franzi o cenho.

- Misturei as bebidas e experimentei êxtase. - ele disse sério.

- Foi divertido?

- Nos primeiros dois minutos sim, depois eu não me lembro. - neguei desaprovando.

- As vezes parece que só quer chamar a atenção.

- E não adianta de nada, queria que a pessoa me notasse. - Bufou decepcionado.

- Em vez de experimentar êxtase, experimente falar com ela. - pisquei pra ele.

- Como você é sem graça, Seu nome. - Ri dele. 

- Quando terá alta?

- O médico disse, que já posso retomar os estudos na semana que vem.

- Ok, sem problemas. - disse.

- Onde vai passar o natal? - ele perguntou.

- Provavelmente em casa, sozinha. - respondi. - Meu pai precisou viajar e só volta o mês que vem.

- Se quiser passar comigo e a minha família, esta convidada. - sorri.

- Obrigada, vou pensar com carinho. - Derek sorriu.

[...]

Cheguei da casa do Derek a noitinha, organizei alguns materiais, tomei um banho e me vesti. Desci e me joguei no sofá, senti um vazio, nada pra fazer e sem ninguém pra conversar. Isso que dá só estudar e não criar vida social, a pessoa vive com a cara nos livros e quando quer sair não pode, porque nunca teve tempo para fazer amizades. Jazmyn só me procura quando quer ajuda em alguma coisa, sair sozinha não tem graça, resumindo essa porra de melancolia, vou ter que ficar em casa, sozinha. 
Fui até a cozinha, preparei pipocas e voltei pra sala, pra assistir algum filme qualquer. Estava passando Titanic', já o assisti mais de 3098 vezes e mesmo assim, me emociono. Estava distraída e ouvi meu celular vibrar, tomei um susto. Era uma mensagem de Justin, abri.

''Abre a porta, estou aqui fora.''

Me levantei e acendi as luzes, fui até a porta e a destranquei, abri a mesma e vi Justin escorado em seu carro em frente a minha casa, me escorei no marco da porta e cruzei os braços, ele travou o carro e se aproximou.

- Oi. - ele disse.

- E ai, Justin. - falei séria. - Não estava te esperando.

- Ouvi isso, á ultima vez que estive aqui. - ele sorriu fraco.

- O que você quer? - perguntei.

- Conversar com você. - ele disse como se fosse obvio.

- Porque só agora? Faz uma semana que brigamos e você nem me ligou. - protestei.

- Era pra ligar? - ele debochou. - Você saiu correndo, não me deu ouvidos.

- Você falou que não queria assumir compromisso nenhum, caso eu quisesse.

- Eu não falei dessa maneira, cacete. - ele disse sério.

- Deixa eu lembrar você, Justin, nunca exigi nenhum compromisso de você. - ele revirou os olhos. - Nem tínhamos transado e você já estava falando merda, estragando tudo.

- Eu não estraguei porra, nenhuma. - ele disse sério. - Você não me deixou falar.

- Era só isso, Justin? - Perguntei.

- Para com isso, caralho. - ele reclamou. - Fala de mim, mas foge.

- Fugir de que? Já não falou o que queria? - perguntei.

- Seu pai esta? - neguei. - Posso entrar?

- Pra que? - o encarei.

- Pra conversar, caralho. - revirei os olhos e lhe dei passagem, ele passou e senti o seu cheiro misturado com maconha.

Fechei a porta.

- Vai me procurar só quando estiver drogado? - ele já estava sentado no sofá e me olhou.

- Não estou drogado como você diz. - ri sarcástica.

- Você esta sob o efeito de droga. - ele riu fraco.

- As vezes prefiro estar assim, pois fico mais calmo pra te encarar. - dei pouca importância e me sentei ao seu lado.

- Quer alguma coisa? - perguntei me referindo a comer e beber.

- Quero que me desculpe, pelo modo que me expressei com você, naquela noite. - ele falou calmante.

- Tudo bem, Justin. - disse.

- Não, não esta, você me desculpa? - ri pelo nariz.

- Desculpo, já passou. - ele se aproximou e me selou.

Justin pegou em minha cintura, me levantei e sentei em seu colo. Nos olhamos e nos beijamos, estar com ele era tão bom.

- Cadê o seu pai? Esta trabalhando? - Justin perguntou e me selou.

- Foi viajar. - respondi e sai de seu colo, sentando ao seu lado.

- Quer ir pra minha casa? - ele se espreguiçou. - Pedimos pizza e depois olhamos algum filme. - ele propôs.

- Por mim, tudo bem. - me levantei.

- Só não vai fugir de novo, fazendo birra, que não tenho muita paciência. - Ri sem humor e ele se levantou.

- Nossa, as tuas piadas são péssimas. - ele riu.

- Não foi piada, eu estou falando sério. - revirei os olhos.

- E não revira esses olho pra mim, garota. - ele avisou passando por mim.

Vesti um casaco, peguei meu celular e saímos.
Justin estacionou em frente a sua mansão e logo os portões foram abertos.

- Pensei que íamos, para a casa do Jeremy. - Falei.

- Esta rolando um jantar entre amigos lá, depois damos uma passada, se quiser. - ele parou em frente a porta principal e tirou o cinto, descemos. - Guarda pra mim. - ele falou pra um dos seguranças.

- Pois não, Sr Bieber. - Disse o segurança.

Entramos na mansão e demos de cara com Za, Khalil e algumas pessoas bebendo e fumando maconha, na sala de Justin. A quantidade de maconha em cima da mesinha, era de deixar qualquer um surpreso.

- E ai, cara. - Khalil acenou do sofá.

- E ai, que porra é essa? Pensei que já tinham vazado. - Justin disse e pegou o baseado que Za o alcançou, o tragou.

Que ótimo, fiquei encostada na parede, enquanto Justin terminava de fumar. Na verdade deu vontade de ir embora, nem me cumprimentaram. 
Sai dali, fui até a cozinha beber alguma coisa, fugir um pouco daquela fumaça, louca. Entrei na cozinha e não tinha ninguém, abri a geladeira e peguei uma latinha de refrigerante, a abri, me sentei na bancada e bebi um pouco. 
Ouvia as gargalhadas ecoando, pareciam se divertir, também viajando daquela maneira, quem não se divertiria? Senti um arrepio no pescoço, Justin tinha beijado aquela região.

- Que foi? Porque esta aqui? - ele se escorou na bancada me olhando.

- Justin, eu não vou ficar aqui. - falei e ele nem deu ouvidos indo até a geladeira. 

- Você nunca quer nada, não começa. - ele disse.

- Se a policia resolve dar batida aqui, vai todo mundo preso. - ele gargalhou alto.

- Não fala bobagem, Seu nome. - falou colocando algo na boca.

- Olha a quantidade de maconha, em cima daquela mesa. - falei apavorada.

- Ninguém vai fumar aquilo tudo, os caras já estão até indo embora. - dei de ombros.

Ele terminou de comer o doce, que pegou na geladeira e guardou o resto.

- Vai ficar com essa cara, emburrada? - ele continuou.

- É a unica que Deus me deu. - retruquei.

- Deixa de ser chata, ninguém vai dar batida aqui. - ele deu a volta na bancada e me abraçou por trás, depositando um beijo em meu pescoço, novamente.

Me levantei e ele envolveu minha cintura em seus braços, me beijando calmamente. Deus que me perdoe, mas prefiro estar com ele fumado, pois não é o cavalo que é, quando não esta sob efeito.
Justin apertou minha bunda e pude sentir o seu pênis. Ele passou os beijos para o meu pescoço e senti que ia derreter, porra de garoto gostoso.

- Justin, estamos na cozinha. - Falei ofegante e baixo.

- E dai, a casa é minha. - ele disse entre os beijos, ri.

- Mas os teus amigos estão na sala. - falei tentando me esquivar, mas era inevitável.

- Foda-se. - ele disse e me beijou.

Sem romper o beijo, ele me colocou sentada na mesa da bancada, ficando entre as minhas pernas e me levando a loucura. Porque não era normal aquele fogo que eu estava sentindo.
 Sentia a minha calcinha molhada e logo o toque dos dedos de Justin em minha vagina, tive um pequeno sobre salto. Ele riu fraco e mordeu os lábios, alisando a minha vagina por cima da calcinha, ele não teve trabalho nenhum, já que eu estava de vestido e isso facilitava muito pra ele.

- Que boceta é essa? Caralho. - ele falou e beijou o meu pescoço. - Puta que pariu, que delicia.

Vi o volume do seu membro, em suas calças de abrigo. Aquilo me exitava mais, mas também estava com medo que alguém entrasse na cozinha. Entre o arreto que estavamos, Justin se afastou um pouco, tirou a camiseta e voltou a me beijar, levou a sua mão até a minha vagina e senti puxar a minha calcinha pro lado, fez pequenas caricias em meu clitóris, que loucura.

- Justin... - falei baixinho reprimindo o gemido. 

- Fala, gostosa. - ele disse no meu ouvido. 

- Vamos para o quarto, por favor. - pedi, ele me beijou e tirou os dedos da minha vagina.

Continuei o beijando e logo ele rompeu o beijo.

- Não, quero foder aqui. - ele tirou seu pau pra fora.

- Não, alguém pode entrar aqui. - disse tentando descer da bancada.

Justin me segurou  firme, me impedindo e arredou novamente a minha calcinha pro lado. Colocou seu pau em minha entrada  e me puxou calmamente contra si, fazendo seu pênis deslizar para dentro de mim, senti um desconforto e fiz careta. Ele parou e o olhei.

- Se doer, não grita. - ele avisou e assenti.

Justin segurou firme em minha cintura e deu uma estocada com força, para romper o meu hímen, senti uma dor horrivel, prendi o grito e o mordi. Ele ficou parado dentro de mim e foi ao poucos movimentando seu quadril, senti arrepios. Aquela sensação era tão estranha e prazerosa, não tinha explicação. 
Ele começou a acelerar seus movimentos de vai e vem, segurou uma de minhas pernas, tendo a visão que queria.

- Porra do caralho, que delicia de boceta. - ele falou um tanto alto.

- Shhh. - falei enquanto ele aumentava as estocadas.

- Shhh um caralho. - ele disse entre as estocadas, ouvíamos as risadas dos garotos e Justin parecia não ter medo de que alguém entrasse ali. 

Justin colocou um de minhas pernas em seu ombro, senti o meu clitóris pulsar e meu corpo se arrepiar, aquilo era sul-real.

- Justin... - sussurrei e o olhei, ele estava com o cabelo suado e seu rosto vermelho.

- Eu vou gozar, porra. - ele falou, aumentou as estocadas e apertou minha cintura. - Ah, caralho. - ele gemeu e foi parando.

Com cuidado, tirei a minha perna de seu ombro e ele se afastou de mim, mordeu os lábios, o olhei e ele sorriu.

- Eu preciso de um banho. - falei e tirei a calcinha, estava toda molhada.

- Vem, vamos pro meu quarto. - ele me desceu da bancada, baixei o meu vestido, o arrumando.

Guardei minha calcinha no bolso do casaco e Justin nem guardou o pau , deixou como estava e só vestiu a camiseta, o tapando. Gargalhei daquela cena, ele pegou na minha mão e saimos da cozinha, passamos na sala e os garotos ainda estavam ali.

- Quê tanto faziam na cozinha? - Um dos garotos perguntou.

- Nada que te interessa, porra. - Justin respondeu passando,sem olha-lo, todos riram.

Subimos até o quarto do Justin e fomos direto pro banheiro, nos despimos e nos banhamos, claro, rolou mãos bobas, mas não passou disso.

[...]

- Porque teu pai te chama de "baby"? - Justin perguntou me olhando.

- Sei lá, apelido de infância, minha mãe também me chamava assim. - respondi.

- Que apelido ridículo. - ele disse e riu fraco.

- "Jubs" como a Hailey te chama, também é ridículo e não falo nada. - ele riu.

- Ciumes? - ele perguntou e franziu o cenho.

- Ciumes porque? Apenas te devolvi a agressão de apelidos. - dei de ombros e comi pipocas.

- Quando seu pai volta? - ele perguntou e encheu a boca de pipocas.

- Semana que vem. - respondi.

- Vai passar o natal sem ele? - Assenti.

- Na verdade, Derek me convidou pra passar com ele e a família. - Justin franziu o cenho.

- Esse garoto tá sempre em cima. - ele disse. 

- Ele é meu aluno, Justin. - disse.

- Ele é meu aluno, Justin. - ele me imitou, com a voz fina.

- Esta com ciumes? - franzi o cenho.

- Não porra, não posso falar mais, agora?

- E vai passar com eles? - ele me encarou.

- Acho que sim. - respondi sem olha-lo.

- Acho que sim. - ele me imitou novamente e dei risada.

Ele estava com ciumes sim, mas não queria admitir.

[...]

Terminei de me vestir e fui calçar minhas sapatilhas, Derek já tinha me ligado para avisar, que a ceia estaria na mesa, ás dez da noite. Peguei meu celular e olhei a hora no visor, 09:31 p.m. Estava um pouco atrasada, peguei minha bolsinha e desci, apaguei as luzes e sai, trancando a porta. Caminhei até a frente da minha casa, pensei em fazer sinal pra um táxi, mas ouvi uma buzina, olhei pro lado e era um carro preto, nunca tinha visto. Caminhei até ele e o vidro baixou, era o Justin.

- Que ta fazendo aqui? - perguntei, ele tirou o cinto e desceu do carro.

- Onde estava indo? - ele perguntou calmamente.

- Jantar com o Derek. - ele franziu o cenho.

- Era sério mesmo, caralho? - ri.

- Sim.

- Mais que porra, porque? - ele perguntou sério.

- Porque não quero jantar sozinha.

- E porque tem que ser na casa desse, moleque?

- Porque esta com ciumes dele, se não temos nada? - ele fechou os olhos e tentou controlar a raiva.

- Eu não estou com porra nenhuma, caralho. - ele disse ríspido.

- É visível, veio pra discutir? - perguntei.

- Pensei que ia jantar comigo, já que o teu pai não esta. - ele falava meio alterado.

- Você não me convidou, eu que não ia me oferecer, Justin. - disse. - Não sou oferecida, meu bem. 

- Tá tá tá, entra no carro logo. - ele falou e abriu a porta do carro.

- Não, eu combinei com o Derek. - falei.

- Seu nome, sério. - ele disse. - Entra no carro, não estou com paciência.

Bufei e entrei no carro.
Justin estacionou em frente casa de Jeremy, tirou o cinto e me olhou, estava com uma cara de bunda. Descemos e ele deu a chave pra um dos seguranças e meu celular começou a tocar, o peguei na bolsa, era Derek, me afastei um pouco e atendi.

- Vai demorar muito? - ele perguntou de cara.

- Desculpa, surgiu um imprevisto, não vou poder ir. - falei meio no automático, já que Justin me encarava, enquanto fumava.

- Sério? Que pena, mas se der tempo e depois quiser vir, esta convidada. - sorri.

- Claro, vou tentar ir sim. - disse.

- Ok, tchau. - ele disse e desligou.

Guardei o celular na bolsinha e caminhei até a as escadas, onde Justin estava sentado.

- Quem era? - ele perguntou.

- Derek, queria saber se eu ia demorar.

- Porque não mandou ele se foder? - franzi o cenho.

- Não sou como você, nunca faria isso.

- Você é cheia de frescuras. - ele disse aborrecido e se levantou.

- Vamos entrar pra jantar com a tua família, brigando e com essa cara, mesmo? - perguntei e cruzei os braços.

- Eu entro como eu quiser, nada mudou. - ele falou frio e abriu a porta, bufei e o segui.

 A casa estava linda, toda decorada e tinha vários presentes debaixo daquela gigantesca, arvore de natal. Paramos na porta da sala, Tinha uma galera nos sofás, tios, tias, primos do Justin. Até a mãe dele estava, junto com os seus avós.

- E essa moça quem é? - Acho que a vó dele perguntou.

- Essa é Seu nome, minha namorada. - ele disse e o olhei.

Somos namorados? Então tá, né. Sorri para seus avós.

- Boa noite, gente. - falei e eles me cumprimentaram.

- Johnson, essa é minha vó, aquele é meu vó, minha mãe. - acenei. - Aqueles os meus primos, aquela é minha tia, aquela também, meus tios ali. - Justin apresentou todos a mim de longe, com a cara de bunda mesmo.

- O jantar já esta quase pronto. - Jeremy disse vindo até nós. - Que bom que veio, Seu nome. - sorri.

- Obrigada. - ele sorriu e beijou minha testa.

- Pensei que não iam assumir esse rolo, nunca. - Jazmyn disse passando por nós.

- Cala essa tua boca, ninguém te perguntou nada. - Justin disse.

- Grosso. - Jazzy disse.

- Meu caralho. - Justin disse.

- Justin, por favor. - falei.

- Deixa de ser ignorante com a tua irmã, Justin. - Pattie disse vindo até nós.

- Desde quando namoram? - ela perguntou a mim sorrindo.

- Ah, nós... - Sorri sem graça, olhei pro Justin.

- Porque quer saber? - Justin perguntou a Pattie.

- Porque seu pai não me disse nada. - ela falava carismaticamente.

- Ninguém precisa saber tudo da minha vida. - ele respondeu.

- Justin, fala direito caramba. - falei baixo envergonhada.

- E tô falando esquerdo, cacete? - bufei.

- Deixa Seu nome, já estamos acostumados com as patadas do cavalo ai. - ele encarou Justin e saiu, ele revirou os olhos e saiu da sala.

Me sentei ao lado de Jazzy e suas primas, ficamos conversando até o jantar ficar pronto.
Minutos depois a Jeremy anunciou que  jantar estava pronto e todos se levantaram, fomos para a sala de jantar, a mesa era enorme e estava linda, sorri relembrando de quando eramos eu, minha mãe e meu pai. Saudades daquele tempo que não volta mais.

- Senta ali, Seu nome. - Jeremy me mostrou o meu lugar, sorri e fui me sentar.

Todos se acomodaram e Justin foi o ultimo a entrar, ele se sentou na cadeira ao meu lado. Todos riam e conversavam, então ninguém notou que ele entrou por ultimo.

- Onde estava? - perguntei e ele me olhou.

Seus olhos estavam vermelhos como se estivesse com sono. Ele me beijou e senti o cheiro de maconha, ele rompeu  beijo e sorriu. Franzi o cenho e ele piscou pra mim.

- Quer que eu te sirva, baby? - ele perguntou calmante.

Jantamos e depois ficamos conversando na sala, o relógio marcava 11:57 p.m. 
Saímos na rua e logo os fogos começaram, senti meu celular vibrar, o peguei do bolso e era uma mensagem do meu pai, abri.

" Queria estar ai com você, mas infelizmente não pude esse ano. Quero te desejar um Feliz Natal, baby. Papai te ama..." 

Sorri lendo a mensagem, guardei o celular e senti Justin me abraçar por trás. Jeremy gritou e estourou a espumante, todos brindaram.

- Feliz natal. - Justin falou e me virei pra olha-lo.

- Feliz natal. - falei e o selei.

- Esta sendo o melhor natal que já passei. - ele disse e me beijou.

Todos se cumprimentaram e logo entraram pra abrir os presentes, eu e Justin ficamos sentados no sofá da varanda, conversando.

- Desculpa, o teu presente ficou em cima da minha cama. - falei.

- Não tem problema, comprei um pra você. - ele disse e tirou do bolso uma caixinha, a abriu e ali tinha uma pulseira de ouro, linda.

- Que linda, Justin. - o olhei. - Amei, não precisava. - ele sorriu.

- Que bom que gostou. - ele disse e bebeu a sua bebida.

- Justin, o pai disse pra vir e trazer a tua namorada. - era a voz de Jaxon de dentro da casa.

- Já vou. - Justin respondeu.

- Porque me apresentou a família, como a tua namorada, se não sou? - perguntei, ele riu fraco.

- Não é? - ele perguntou como se fosse obvio.

- Você sabe muito bem que não, nunca me pediu em namoro. - falei e ele franziu o cenho.

- Que besteira do caralho, precisa disso? - ele perguntou num tom divertido, assenti.

- Claro, quando se sentir a vontade para começar um compromisso, quero me peça em namoro. - ele riu.

- Que bobagem. - ele disse rindo.

- Não é bobagem, toda garota gosta disso. - ele franziu o cenho.

- Ok então, Seu nome. - continuei o olhando. - Você quer namorar comigo?

- Sério isso?

- Sério cacete. - ele disse rindo.

- Justin... - ele riu alto.

- Tá desculpa. - ele disse e ficou sério. - Quer namorar comigo?

Fiquei sem palavras...

______________

Continua?



Olá baby's, como estão?
Desculpem pela demora...
Obrigado as meninas que comentaram no capitulo anterior, amo amo amo!
E o que acharam desse capitulo?
Comentem, Please?
Fiquem com Deus, amo todas...
Até a próxima, beijos!



#Fê

29 de nov. de 2015

Demonic Possession - Chapter 3

Ignorem os erros, por favor.

Smile <3

"Nunca se deve brincar com o desconhecido, principalmente com o sobrenatural."



Khalil Sharieff On

Jus: Gente, pelo amor de Deus, quantas vezes vou ter que falar que eu estava viajando? 
Eu: Cara, você até foi fazer um ritual com a gente. 
Jus: Como? Se eu cheguei ontem. 
Tyga: Olha só seu doente, você estava aqui e ponto final. 
Jus: Eu não estava aqui. Vocês só devem estar querendo me deixar com medo. 
Maejor: Não Bieber, é sério. 
Za: "Você" - Fez aspas - Até aparece na vídeo que gravamos quando fizemos o ritual. 
(Seu Nome): É verdade, Jus. 
Jus: Não acredito em vocês. 
Tyga: Então vai se foder Bieber. 
Jus: Nossa, revoltado.


...

Eu: Fazia tempo que não tínhamos um momento só nosso. 
(Seu Nome): Verdade. - Falou e em seguida, me deu um beijo. 
Xx: KHALILZINHO. - Bateu na porta. 
Eu: Porra.. - Me levantei e abri a porta. - Estão fazendo o que aqui? 
Tyga: Nossa, que grosso. 
Eu: Meu pau. 
Jus: Adoro, viado. 
Za: Então... 
Eu: - O olhei - O que? 
Za: Não vai nos convidar pra entrar? 
Eu: Não.. - Falei e fechei a porta. Quando me virei, vi a (Seu Nome) me encarando. - O que? 
(Seu Nome): Abre a porta. 
Eu: Mas amor.. 
(Seu Nome): - Me Interrompeu - Abre a porta e deixa eles entrarem. - Falou e eu abri a mesma. 
Jus: A namorada mandou e ele obedeceu. - Riu. 
Tyga: Coisa linda do Michael. - Apertou minhas bochechas. 
Eu: - Ri e empurrei ele - Sai Tyga. Então.. vieram fazer o que aqui? 
Jus: Esqueceu que íamos voltar naquele sanatório? 
Eu: Era hoje? 
Za: Sim, querido. 
(Seu Nome): Hoje ele não vai. 
Tyga: Por que? 
(Seu Nome): Ele vai sair comigo. 
Jus: Escuta aqui garota, ele vai sair com a gente, você não vai roubar meu homem de mim. - Falou enquanto apontava o dedo na cara dela. 
Tyga: Muito viado. 
Eu: Tem certeza que era hoje? 
Za: - Revirou os olhos - Sim. 
Eu: Puta que pariu.
(Seu Nome): Então... 
Eu: (Seu Nome).. 
(Seu Nome): Você prometeu que ia sair comigo. 
Eu: Eu sei, poxa. 
Jus: Khalil, você prometeu pra mim também. Achei que eu era mais importante. 
Tyga: Vem junto, (Seu Apelido). 
Za: Não precisa participar do ritual, pode ficar junto com o Matteus. 
Jus: É, você nunca foi. 
Eu: Por favor. 
(Seu Nome): Não, eu não gosto dessas coisas.


...

Jus: Por qual motivo nós estamos aqui nesse maldito Senatório às 03:00 da manhã? 
Za: Podemos ir pra casa? O Matteus tá até dormindo. - Falou enquanto tentava acordar o mesmo.
Eu: Gente, parem de reclamar seus putos. 
(Seu Nome): Essa é a primeira e última vez que eu venho junto. 
Tyga: Vamos entrar logo, pra sair logo.


Entramos no local.

Za: O que tem que fazer no ritual? 
Eu: Espera.. - Falei enquanto pegava o livro em minha mochila. 
Jus: Vamos meu querido, tempo é dinheiro.


Antes de falar o que tinha que fazer, entreguei uma roupa para eles.

Tyga: Que porra é essa aqui? 
Eu: É pra fazer o ritual. 
Jus: Coisa horrorosa. Mas o que adianta fazer todo o ritual certo, se depois vocês ficam rindo igual umas hienas?


Logo vestimos os trajes apropriados, peguei a adaga na mochila e fizemos pequenos cortes nas mãos, e logo li as palavras estranhas a serem ditas. 
Acendi algumas velas pra iluminar o local, nos juntamos em um círculo. Demos a mãos e falamos:
" Grandioso e excelso conselheiro de Satã, diante de ti me coloco nesse momento com o respeito, a constrição e a honra que mereces.
Tu que estás a esquerda de Satã em recompensa a tua lealdade e demonstração inequívoca de teu senso de justiça.
Tu que foste ao longo dos séculos tão caluniado, execrado e injustiçado quanto o próprio Satã, dividindo com ele a culpa indevida por todos os pecados da humanidade, responsabilizado até pelos erros e fracassos do próprio Deus cristão.
Tu que foste chamado de invejoso quando só buscava a harmonia universal.
Magnífico Portador da Luz de Satã, ilumina a minha alma para que eu te perceba e te compreenda como és na realidade.
Concede-me a iluminação que me julgares merecedor pois me submeto de forma incondicional ao teu incorruptível senso de justiça.
Ilumina toda a humanidade para que cessem todas as iniquidades, blasfêmias e profanações praticadas falsamente em teu nome.
Que todos te vejam como te vejo.
Que todos te sintam como te sinto.
Que todos possam ser dignos de receber ao menos uma centelha ínfima de tua luz satânica.
Agios Lúcifer"


Logo ficamos parados, em silêncio. Em seguida, algo chamou minha atenção, olhei para o lado e vi as velas que começaram a queimar muito rápido, como se estivessem em um filme que você adianta.
Eu só via a cera derretendo e escorrendo. 
Depois de alguns segundos, as velas se consumiram completamente, e apagaram. E a escuridão voltou com tudo. Comecei a ouvir o som de uma respiração pesada, o som vinha do meio do círculo.  Então senti uma baforada na minha cara. Era quente, mas não tinha cheiro nenhum. E foi aí que eu fraquejei, e no mesmo momento soltei as mãos, desfazendo o círculo. Até que ouvi um barulho alto, lembrei que estava com a lanterna no bolso, peguei a mesma e a liguei. Os meninos estavam com uma cara de assustados, virei para trás e vi a (Seu Nome) caída. Passei a lanterna para o Za que estava ao meu lado e me aproximei dela.


Eu: (Seu Nome)? - Dei alguns tapinhas em seu rosto. - (Seu Nome)..?

Ela abriu os olhos e vi que estava só o branco dos olhos dela. Fiquei assustado e a soltei. Me levantei, me afastando um pouco, mas me esbarrei nos meninos.

Jus: Ai Khalil - Me empurrou. - O que foi?

Quando eu ia responder, a "(Seu Nome)" largou uma risada alta, com a voz distorcida. A mesma já havia se levantado.

Tyga: Meu Deus. - Falou baixo. 
Za: "Deus...Mesmo que eu ande pelo vale da sombra da morte, eu não temerei mal algum , pois tu senhor, estás comigo..." - Sussurrou enquanto segurava o crucifixo que estava em sua corrente. 
(Seu Nome): Me chamou aqui para ouvir você clamar ao seu Deus? - Falou com aquela voz distorcida.


Com a pouca claridade que estava no local, por causa da lanterna, consegui ver ser rosto, que estava com algumas feições estranhas. 
Eu estava com medo, mas não por estar aqui e sim por saber que ela estava possessa pelo demônio e eu não sabia o que fazer.


Eu: (Seu Nome), pelo amor de Deus.. - Falei com a voz trêmula. 
(Seu Nome): - Riu novamente - Pelo amor de Deus? 


..... Continua?
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Oi maravilhosas (os), tudo bem?
Nossa gente estou até com vergonha de aparecer aqui, depois de tanto tempo.
Estava com saudades de vocês. Sentiram minha falta?
Meu Deus gente, amei os comentários anteriores, demais <33
Espero que tenham gostado desse capítulo, na minha opinião está uma bosta, mas okay.
Se gostarem, comentem por favor, se não gostarem comentem também haha u.u
Por hoje é só, fiquem com Deus. Não leia o ritual.
Beijos meu Anjos, amo vocês, e não é pouco <3

WhatsApp: 51 89541814
Xx Carla Honatel

Alex <3

Boa noite, tchau tchau.