29 de nov. de 2015

Demonic Possession - Chapter 3

Ignorem os erros, por favor.

Smile <3

"Nunca se deve brincar com o desconhecido, principalmente com o sobrenatural."



Khalil Sharieff On

Jus: Gente, pelo amor de Deus, quantas vezes vou ter que falar que eu estava viajando? 
Eu: Cara, você até foi fazer um ritual com a gente. 
Jus: Como? Se eu cheguei ontem. 
Tyga: Olha só seu doente, você estava aqui e ponto final. 
Jus: Eu não estava aqui. Vocês só devem estar querendo me deixar com medo. 
Maejor: Não Bieber, é sério. 
Za: "Você" - Fez aspas - Até aparece na vídeo que gravamos quando fizemos o ritual. 
(Seu Nome): É verdade, Jus. 
Jus: Não acredito em vocês. 
Tyga: Então vai se foder Bieber. 
Jus: Nossa, revoltado.


...

Eu: Fazia tempo que não tínhamos um momento só nosso. 
(Seu Nome): Verdade. - Falou e em seguida, me deu um beijo. 
Xx: KHALILZINHO. - Bateu na porta. 
Eu: Porra.. - Me levantei e abri a porta. - Estão fazendo o que aqui? 
Tyga: Nossa, que grosso. 
Eu: Meu pau. 
Jus: Adoro, viado. 
Za: Então... 
Eu: - O olhei - O que? 
Za: Não vai nos convidar pra entrar? 
Eu: Não.. - Falei e fechei a porta. Quando me virei, vi a (Seu Nome) me encarando. - O que? 
(Seu Nome): Abre a porta. 
Eu: Mas amor.. 
(Seu Nome): - Me Interrompeu - Abre a porta e deixa eles entrarem. - Falou e eu abri a mesma. 
Jus: A namorada mandou e ele obedeceu. - Riu. 
Tyga: Coisa linda do Michael. - Apertou minhas bochechas. 
Eu: - Ri e empurrei ele - Sai Tyga. Então.. vieram fazer o que aqui? 
Jus: Esqueceu que íamos voltar naquele sanatório? 
Eu: Era hoje? 
Za: Sim, querido. 
(Seu Nome): Hoje ele não vai. 
Tyga: Por que? 
(Seu Nome): Ele vai sair comigo. 
Jus: Escuta aqui garota, ele vai sair com a gente, você não vai roubar meu homem de mim. - Falou enquanto apontava o dedo na cara dela. 
Tyga: Muito viado. 
Eu: Tem certeza que era hoje? 
Za: - Revirou os olhos - Sim. 
Eu: Puta que pariu.
(Seu Nome): Então... 
Eu: (Seu Nome).. 
(Seu Nome): Você prometeu que ia sair comigo. 
Eu: Eu sei, poxa. 
Jus: Khalil, você prometeu pra mim também. Achei que eu era mais importante. 
Tyga: Vem junto, (Seu Apelido). 
Za: Não precisa participar do ritual, pode ficar junto com o Matteus. 
Jus: É, você nunca foi. 
Eu: Por favor. 
(Seu Nome): Não, eu não gosto dessas coisas.


...

Jus: Por qual motivo nós estamos aqui nesse maldito Senatório às 03:00 da manhã? 
Za: Podemos ir pra casa? O Matteus tá até dormindo. - Falou enquanto tentava acordar o mesmo.
Eu: Gente, parem de reclamar seus putos. 
(Seu Nome): Essa é a primeira e última vez que eu venho junto. 
Tyga: Vamos entrar logo, pra sair logo.


Entramos no local.

Za: O que tem que fazer no ritual? 
Eu: Espera.. - Falei enquanto pegava o livro em minha mochila. 
Jus: Vamos meu querido, tempo é dinheiro.


Antes de falar o que tinha que fazer, entreguei uma roupa para eles.

Tyga: Que porra é essa aqui? 
Eu: É pra fazer o ritual. 
Jus: Coisa horrorosa. Mas o que adianta fazer todo o ritual certo, se depois vocês ficam rindo igual umas hienas?


Logo vestimos os trajes apropriados, peguei a adaga na mochila e fizemos pequenos cortes nas mãos, e logo li as palavras estranhas a serem ditas. 
Acendi algumas velas pra iluminar o local, nos juntamos em um círculo. Demos a mãos e falamos:
" Grandioso e excelso conselheiro de Satã, diante de ti me coloco nesse momento com o respeito, a constrição e a honra que mereces.
Tu que estás a esquerda de Satã em recompensa a tua lealdade e demonstração inequívoca de teu senso de justiça.
Tu que foste ao longo dos séculos tão caluniado, execrado e injustiçado quanto o próprio Satã, dividindo com ele a culpa indevida por todos os pecados da humanidade, responsabilizado até pelos erros e fracassos do próprio Deus cristão.
Tu que foste chamado de invejoso quando só buscava a harmonia universal.
Magnífico Portador da Luz de Satã, ilumina a minha alma para que eu te perceba e te compreenda como és na realidade.
Concede-me a iluminação que me julgares merecedor pois me submeto de forma incondicional ao teu incorruptível senso de justiça.
Ilumina toda a humanidade para que cessem todas as iniquidades, blasfêmias e profanações praticadas falsamente em teu nome.
Que todos te vejam como te vejo.
Que todos te sintam como te sinto.
Que todos possam ser dignos de receber ao menos uma centelha ínfima de tua luz satânica.
Agios Lúcifer"


Logo ficamos parados, em silêncio. Em seguida, algo chamou minha atenção, olhei para o lado e vi as velas que começaram a queimar muito rápido, como se estivessem em um filme que você adianta.
Eu só via a cera derretendo e escorrendo. 
Depois de alguns segundos, as velas se consumiram completamente, e apagaram. E a escuridão voltou com tudo. Comecei a ouvir o som de uma respiração pesada, o som vinha do meio do círculo.  Então senti uma baforada na minha cara. Era quente, mas não tinha cheiro nenhum. E foi aí que eu fraquejei, e no mesmo momento soltei as mãos, desfazendo o círculo. Até que ouvi um barulho alto, lembrei que estava com a lanterna no bolso, peguei a mesma e a liguei. Os meninos estavam com uma cara de assustados, virei para trás e vi a (Seu Nome) caída. Passei a lanterna para o Za que estava ao meu lado e me aproximei dela.


Eu: (Seu Nome)? - Dei alguns tapinhas em seu rosto. - (Seu Nome)..?

Ela abriu os olhos e vi que estava só o branco dos olhos dela. Fiquei assustado e a soltei. Me levantei, me afastando um pouco, mas me esbarrei nos meninos.

Jus: Ai Khalil - Me empurrou. - O que foi?

Quando eu ia responder, a "(Seu Nome)" largou uma risada alta, com a voz distorcida. A mesma já havia se levantado.

Tyga: Meu Deus. - Falou baixo. 
Za: "Deus...Mesmo que eu ande pelo vale da sombra da morte, eu não temerei mal algum , pois tu senhor, estás comigo..." - Sussurrou enquanto segurava o crucifixo que estava em sua corrente. 
(Seu Nome): Me chamou aqui para ouvir você clamar ao seu Deus? - Falou com aquela voz distorcida.


Com a pouca claridade que estava no local, por causa da lanterna, consegui ver ser rosto, que estava com algumas feições estranhas. 
Eu estava com medo, mas não por estar aqui e sim por saber que ela estava possessa pelo demônio e eu não sabia o que fazer.


Eu: (Seu Nome), pelo amor de Deus.. - Falei com a voz trêmula. 
(Seu Nome): - Riu novamente - Pelo amor de Deus? 


..... Continua?
--------------------------------------------------------------------

Oi maravilhosas (os), tudo bem?
Nossa gente estou até com vergonha de aparecer aqui, depois de tanto tempo.
Estava com saudades de vocês. Sentiram minha falta?
Meu Deus gente, amei os comentários anteriores, demais <33
Espero que tenham gostado desse capítulo, na minha opinião está uma bosta, mas okay.
Se gostarem, comentem por favor, se não gostarem comentem também haha u.u
Por hoje é só, fiquem com Deus. Não leia o ritual.
Beijos meu Anjos, amo vocês, e não é pouco <3

WhatsApp: 51 89541814
Xx Carla Honatel

Alex <3

Boa noite, tchau tchau.

19 de nov. de 2015

Leiam, é importante!


Olá maravilhosas (os), como a Carla diz...
Como estão?
Estou dando essa passadinha rápida aqui, apenas para dizer do porque a Carla, não estar postando. 
Como todos já sabem, estamos no final do ano e com ele vem provas, trabalhos, etc... 
Então, a Carla esta um pouco sem tempo para escrever e pediu um pouco de compreensão da parte de vocês. 
Ela também pediu pra avisar, que talvez faça uma postagem no final de semana, não é certo. Mas fará o possível pra isso acontecer. Se não, ela postará na semana que vem, ok? Ok. U.U
Realmente espero que entendam e não a abandonem...
Bom gente, era isso... Recado dado.
Desejo uma ótima noite a todas (os) e que fiquem com Deus!
Até ... 
Amamos vocês!




#Fê

13 de nov. de 2015

Never Meant To Fall In Love - Capitulo 06.

Tenham Uma Ótima Leitura. =)


Seu Nome Johnson P.O.V

O que esta acontecendo comigo? Me pego imaginando o impossível e isso acaba arrancando sorrisos dos meus lábios...

- Baby? - Ouvi meu pai chamar. - Vamos logo, vou acabar chegando atrasado.

Peguei meu celular de cima da cama e desci, ele vai me dar uma carona até a casa da Jazzy, amanhã é o grande dia da formatura, então hoje vamos enfeitar o salão.

[...] 

Contratei algumas pessoas para me ajudar na arrumação, Jazzy conseguiu trazer até o Jaxon para ajudar, era um salão enorme e lindo demais.

- Johnson, cadê as caixas de tecidos? - Um dos meninos perguntou.

- Atrás das cadeiras. - Respondi.

Meu celular começou a tocar, o peguei de cima da mesa e o atendi rapidamente.

- Alô. - falei alto.

- Porra, não sou surdo. - Reconheci a voz estressada de Justin e sorri.

- Desculpa, é que aqui tem bastante barulho. - falei sem graça.

- Tinha me ligado antes, o que queria? - ele perguntou.

- Foi Jazmyn quem ligou, ela queria que você viesse ajudar. - Ouvi ele rir.

- É impressionante, Jazmyn acha que eu não tenho nada pra fazer. - ri fraco.

- E tem? - Perguntei, nunca vi ele fazendo nada.

- Eu trabalho Johnson, não fico borboleteando o dia todo, que nem vocês. - ri sem humor.

- Como você é engraçado, querido. - Ironizei.

- Mas não é verdade? - revirei os olhos e bufei.

- Bom...  

- O que é? Fala logo - ele me corteou, como sempre.

- Você vem a festa? - perguntei receosa.

- Não sei, talvez não. - ele respondeu rapidamente.

- Pensei que fosse vir, é a formatura da tua irmã. - falei.

- Grande porra, ela se formar não muda nada na minha vida. - ele disse grosso.

- Me responde direito. - o xinguei. 

Ouvi ele rir do outro lado da linha.

- Desculpa, eu vou na formatura, no baile não. - bufei. 

- Pensei que iriamos juntos, no baile. - disse decepcionada.

- Não gosto dessas coisas. - ele respondeu.

- Então vou ter que convidar outro, pra me acompanhar. 

- Você quem sabe. - ele respondeu simples. - Vou desligar, tchau.

- Tchau. - desliguei e bufei.

- Que aconteceu? - Jazzy perguntou.

- Nada. - respondi e voltei a fazer o que estava fazendo.

[...]

Acabamos de arrumar o salão era quase quatro da manhã, parecia que não tinha fim. Acabou meu pai tendo que ir me buscar, naquele horário, estava exausta e quase não conseguia deixar os meus olhos abertos.

[...]

O baile começava exatamente as dez da noite, não fui convidada para a formatura, pois era apenas para familiares, agradeço a Deus por isso, formaturas são chatas e dão sono. 
Pensei em chamar alguém pra ir comigo, mas como meu celular é novo, ainda não tenho todos os meus contato de antigamente, isso me irrita e muito, o jeito é ir sozinha mesmo.
Eu já estava pronta, só faltava, Linda, a minha vizinha, terminar de me maquiar. Ela manja dessas coisas de maquiagem.

- Baby? - Ouvi meu pai chamar, Linda parou de me maquiar e o olhei. - Você esta maravilhosa. - sorri.

- Obrigada, pai. - ele riu fraco.

- Linda caprichou, conseguiu te deixar mais linda, do que já é. - ele disse.

- Obrigado, Sr Johnson. - Linda disse e toquei um beijo no ar pra ele.

- Bom... Já vou indo, qualquer coisa me liga. - assenti. - Boa festa. - ele piscou.

- Tá, te amo.

- Te amo também, tchau. - ele saiu e linda voltou a me maquiar.

Linda terminou a maquiagem e a paguei, desci pra levar ela até a porta e subi novamente. Peguei minha sapatilha e calcei, já que só faltava isso. 
Me olhei no espelho e ri sozinha, estava o máximo aquela fantasia, amei a maquiagem. Peguei meu celular, olhei a hora no visor, 10:36 e desci, procurei as minhas chaves pela sala e as encontrei na cozinha, deve ter sido o meu pai, voltei pra sala, apaguei as luzes. Abri a porta e tomei um susto filha da puta, quando vi Justin, parado na porta. 

- Porra, Justin. - ele ficou me olhando. - Quer me matar do coração?

- Oi. - ele disse sério.

- O que esta fazendo aqui? - Perguntei. - Não estava te esperando. - Falei.

- Eu sei. - ele piscou. - Vamos? - fechei a porta e a tranquei.

- Onde? Pra festa? - ele assentiu. - Você não esta nem fantasiado. - ele franziu o cenho.

- Acha mesmo, que eu ligo pra essas porras? - fiquei o encarando. - Afinal, você esta fantasiada de que? - ele perguntou indiferente.

- Cisne Negro. - falei caminhando ao seu lado, já que estávamos indo em direção ao seu carro. 

- Cisne negro? - ele me olhou. - Esses bichos não são patos e brancos?

- Sim. - ele destravou o carro.

- Então porque diabos, esta vestindo uma fantasia escura de bailarina? - ele perguntou ríspido.

- Em que mundo você vive? Não assiste filmes? - Perguntei indignada, como essa criatura não sabe dessas coisas?

- Assisto filmes, mas não esses de pato. - ele disse estressado e entrou no carro.

- Mas o filme é sobre uma bailarina e não patos, criatura. - respondi.

- Tá tá tá, que seja. - ele disse impaciente. - Entra logo.

Bufei e entrei no carro, fechei a porta.

[...]

Justin estacionou no pátio e tirei o cinto, o olhei e ele bufou.

- O que você tem? - Perguntei, já estava cansada daquele silêncio todo.

- Dor de cabeça. - ele respondeu ignorante.

- Então por que veio?

- Pra não ficarem me torrando depois. - ele respondia de qualquer jeito.

- Pra mim você não quer dizer nada, até porque não fiquei insistindo pra que viesse.

- Estou falando do meu pai. - ele disse olhando pra frente.

- Só veio porque o Jeremy mandou? - Perguntei perplexa e ele assentiu.

E eu aqui iludida, achando que ele tinha ficado com ciumes e resolveu por vir.

- Se não fosse ele torrando a paciência que eu não tenho. - ele me olhou. - Estaria em casa dormindo.

- Então faz o seguinte. - o encarei. - Volta pra casa, não quero estragar a noite do teu sono.

Sai do carro e bati a porta com força, como ele consegue ser tão frio?

Entrei no salão, tinha muitas pessoas, alguma delas se mexiam ao som do remix que tocava e por incrível que pareça, todas estavam fantasiadas, sorri. 
Fui até a mesa de bebidas e peguei um copo de refrigerante, senti alguém tocar em meu ombro e me virei, era a Jazzy, ele soltou um grito e me abraçou.

- Obrigado, esta tudo tão lindo e perfeito. - ela dizia alto, por causa da música.

- De nada. - falei e ela beijou o meu rosto. - A propósito, ficou fofa de Sininho e o Peter Pan, quem é? - ela gargalhou.

- Convenci o Jaxon, ele veio de Peter Pan. - gargalhei.

- Não acredito. - ela assentiu convencida.

- Adorei a tua fantasia, ela é a tua cara. - fiquei a olhando. - A personagem era meia louca.

- E o que isso tem haver, comigo? - tomei um gole do refrigerante.

- Você também é. - ela riu e saiu.

 Não pude deixar de rir também.
Fiquei um bom tempo ali só observando a festa, estava tudo tão divertido, era cada fantasia engraçada e coitado do Jaxon, realmente veio de Peter Pan, mas ficou uma graça.
Depois de cansar ali de pé, resolvi ir dançar, todos estavam dançando e só eu que nem uma segurança, parada. Fui até onde Jazzy estava com Jaxon e seus amigos e me juntei a eles, até Jaxon me surpreendeu, ele estava dançando.
A música "Shake It Off" da Taylor Swift, começou a tocar e parece que aquele som, animou ainda mais as pessoas. Uma das amigas de Jazmyn a cutucou, com o cotovelo e fez sinal pra que Jazzy olhasse pra porta, olhei de curiosa mesmo. 
Vi que Justin estava parado na porta, junto com Khalil e Za, eles riam e meio que dançavam, cada um deles segurava um copo. 
E eu aqui pensando, que aquele papo de sono, era verdade. Vi Khalil apontando pra onde estávamos e logo eles começaram a caminhar na nossa direção. Justin entrou no meio daquela gente toda dançando, aquela dancinha dele era fofa demais, ri dele. Ele chegou na minha frente e ficou dançando, fazendo graça. 
Pegou na minha mão e me fez dar uma giradinha, revirei os olhos, mas acabei rindo, nem parecia aquele ignorante de mais cedo.
Khalil e Za também estavam dançando e ambos também não estavam fantasiados.
Minha bexiga deu sinal de vida, então fui saindo pra ir no banheiro, senti agarrarem meu braço e olhei, era o Justin.

- Onde você vai? - Ele perguntou quase berrando.

 - No banheiro, já volto. - ele me soltou.

Segui até o banheiro, entrei no mesmo e fui fazer o meu xixi, terminei e sai, lavei as mãos e sequei, sai do banheiro e dei de cara com o Justin na porta.

- Tá me seguindo agora? - ele ficou me encarando. - Que?

- Desculpa, pelo jeito que falei com você no carro. - franzi o cenho.

- Tudo bem. - disse indiferente. - Pensei que quisesse dormir. 

Ele riu fraco, se encostou na parede, pegou no meu braço e me puxou pra perto dele, fiquei o olhando.

- Eu menti. - ele falou perto do meu ouvido e me olhou, colocou a mão no meu pescoço me aproximando da boca dele e me beijou vagarosamente.

Rompi o beijo.

- Estava fumando maconha? - Perguntei por sentir o cheiro.

Ele assentiu e voltou a me beijar, ele estava diferente, mais calmo e suado. Ele Rompeu o beijo, bebeu o resto da sua bebida, jogou o copo num canto e envolveu a minha cintura.

- Porque mentiu pra mim? - ele me selou.

- Porque fiquei com um ciumes, do caralho. - Franzi o cenho.

- Ciumes? - ele assentiu. - Ciumes de que?

- O que aconteceu com o outro cara que você ia convidar, pra vir? 

- Ah... entendi, ficou com ciumes disso? - ele ficou me olhando. 

- Pra você ver. - ele me beijou e rompeu com um selinho.

- Pensei que era só curtição. - ele riu fraco.

[...]

A festa chegou ao fim quase três da manhã, simplesmente porque teve briga, então resolveram encerrar o baile. Que pena, estávamos nos divertindo tanto, as luzes do salão se acenderam e todos começaram a sair. Fiquei no pátio conversando com a Jazmyn e algumas meninas, já que o Justin e os meninos tinham ido no banheiro.

- Seu nome. - Ouvi me chamarem.

Me virei e vi Justin saindo do salão e logo atrás, Khalil e Za.

- Vamos? - ele pegou na minha mão.

- Eu vou com a Jazmyn e as meninas. - falei.

- Não, você veio comigo e vai voltar comigo. - ele disse sério.

[...]

Justin deixou Za, na casa da namorada dele e seguiu, pensei que ele iria fazer o mesmo com o Khalil, já que o mesmo estava muito bem acompanhado, no banco de trás, com uma garota da festa.
Justin seguiu caminho até uma mansão, que ficava num condomínio perto do centro, adentrou com o carro e estacionou. Descemos e ele entregou o carro pra um segurança.

- Guarda pra mim. - ele falou.

- Sim, sr Bieber. - o segurança respondeu adentrando no carro.

Entramos na mansão, que era linda por sinal e grande pra cacete. Justin pegou na minha mão e me puxou pra sala, aqueles sofás bracos eram até de dar pena. 

- Vou subir, Bieber. - Khalil disse abraçado na garota.

- Claro, boa noite. - Justin disse e se jogou no sofá.

- Até gatinha. - ele disse pra mim e sorri.

- Boa noite. - disse e me sentei ao lado de Justin.

- Quer comer alguma coisa? - ele perguntou de olhos fechados.

- Não, obrigado.

- Mas eu quero, estou com uma fome do caralho. - ele se levantou em um pulo.

Saiu indo pra algum lugar, me levantei e fui atrás, entramos na cozinha e ele foi direto pra geladeira. Tirou alguns potes e suco da mesma e se sentou na bancada.

- Então... - ele me olhou e seus olhos estavam vermelhos, como se estivesse com sono. - Essa mansão é tua?

- É obvio, não? - ele disse indiferente.

- O efeito da maconha já esta passando? - ele me olhou sem entender.

- Não, porque? - perguntou de boca cheia.

- Por me responder de qualquer jeito. - ele respirou fundo.

- Desculpa, essa mansão é minha sim .

- Então porque esta na casa do teu pai? - perguntei.

- Não gosto de ficar sozinho. - ele levantou e colocou as louças sujas na pia e guardou o resto na geladeira.

- Entendi, eu acho. - ele saiu da cozinha e o segui.

- Vou subir pra tomar um banho e depois te levo pra casa, pode ser? - assenti. - Quer subir comigo, ou preferi me esperar aqui?

-Vou com você, também não gosto de ficar sozinha. - ele assentiu.

Subimos e Justin adentrou na ultima porta, daquele enorme corredor. O segui e entrei em seu quarto, era bem espaçoso e tudo tão organizado, dava até inveja, meu quarto caberia ali sem esforço algum e ainda sobrava lugar. 
Me sentei na cama e ouvi o barulho do chuveiro, peguei o controle da televisão, que estava em cima da cama e a liguei. Depois de algum tempo Justin saiu do banheiro de bermuda e com o cabelo molhado.

- Quer trocar essa roupa? - ele perguntou.

- E vou colocar qual roupa? - me levantei.

- Coloca qualquer uma que achar no closet, é ali naquela porta. - ele apontou.

Entrei no closet e nunca vi tanta roupa juntas na minha vida, na verdade tenho pensamento de pobre, porque não tenho esses luxos todos.
Peguei uma regata e um abrigo, tirei a minha fantasia e vesti a roupa de Justin, me senti super confortável. Arrumei a fantasia num cantinho pra depois pega-la e sai do closet, Justin estava jogado na cama, assistindo jogo de basquete.

- Ficou sexy, com a minha roupa - ele disse sem me olhar.

- Obrigada. - Entrei no banheiro e me olhei no espelho, tomei até um susto, a minha maquiagem estava horrível. - Justin...

- Fala. - ouvi ele dizer.

- Posso usar essa toalha, pra remover a maquiagem?

- Pode.

Peguei a toalha e a molhei, demorou um pouco, mas consegui tirar a maquiagem toda, tirei a coroa e deixei em cima da pia, arrumei meu cabelo fazendo um coque, me sentia até mais leve. Sai do banheiro e Justin continuava na mesma posição, assistindo televisão.

- Já quer ir? - ele me olhou.

- Esta me correndo? - perguntei.

- Não, foi só uma pergunta. - ele olhou pra televisão. - Deita aqui do meu lado.

- Sério? - estranhei.

- Vamos logo, Seu nome. - ri fraco e deitei do lado dele.

O encarei e ele me beijou, fiquei acariciando sua nuca, enquanto nos beijávamos Justin, passeava com a sua mão pelo meu corpo. Não vou negar, aquilo estava me excitando, num pequeno impulso, ele me puxou pra cima de si. Ele apertou a minha coxa com força e soltei um gemido entre o beijo.

As coisas foram esquentando e quando me dei por conta, estava apenas de calcinha e sutiã, sobre um Justin Bieber só de boxer. Sentir aquele perfume do corpo dele nu, sobre o meu, era maravilhoso. 

- Justin... - Sussurrei.

 Senti ele tocar minha vagina, que por sinal estava pulsando.

- Que? - ele me beijou, rompi o beijo.

- Eu ... - ele beijou meu pescoço, me causando arrepios.

- Você ... - ele sussurrou e mordeu levemente a minha orelha.

- Eu sou virgem. - falei baixinho, ele parou de me beijar em me olhou.

- Sério isso? - assenti

 - Tem algum problema pra você?

- Porra, Seu nome. - ele fez uma carinha fofa. - Não brinca comigo.

- Não to brincando.

 - Eu tô excitado pra caralho. - ele reclamou.

- Eu também, se eu soubesse que tinha problema, nem tinha dito. - falei o olhando.

Ele saiu de cima de mim e deitou ao meu lado.

- Qual o problema, Justin? - o olhei.

________________

Continua?


Olá baby's, como estão?
Então, eu ia colocar a parte hot nesse capitulo, mas quis deixar vocês curiosas, porque sim. 
O que acharam do capitulo? 
Comentem, Please?
Obrigado as meninas que comentaram o capitulo anterior, amo vocês <3
Sério U.U
Até a próxima... 
Fiquem com Deus!



#Fê

9 de nov. de 2015

Happy Birthday, Cáah! =)



Olá baby's :)
Então, hoje é um dia mais do que especial pra mim...
 Nossa bebê, sim BEBÊ U_U (Ela não gosta de ser chamada assim, hihi¹). Esta completando mais um ano de vida.
E eu vim aqui pra desejar tudo de bom e mais um pouco...
Quero dizer que Te amo muito e te quero muito bem, que as broncas não são a toa...
Quero dizer que nessa longa jornada que se inicia, você não esta sozinha, eu vou estar sempre aqui.
Quero que conquiste todos os teus objetivos ...
E continue sempre assim, (menos ranzinza) hehe'
A mana aqui, te deseja muitas felicidades...










5 de nov. de 2015

Never Meant To Fall In Love - Capitulo 05.

Tenham Uma Ótima Leitura.  =)



Seu Nome Johnson P.O.V

É desesperador a sensação de perda, você não sabe o que fazer para preencher aquele vazio, dentro de si.

Depois do acidente, tive a agradável noticia de que Derek, havia acordado do coma. Não pude vê-lo como eu queria, mas só de saber que estava melhor, me deixava aliviada. O engraçado é que o pai de Derek, continuava depositando o meu dinheiro, como se eu ainda estivesse lhe dando aulas, o questionei quanto a isso e o mesmo me explicou, que ainda quer que eu continue o ensinando. Ok, então.

Respirei fundo e tomei coragem de apertar a campainha da mansão Bieber. Estava um pouco nervosa, faz algum tempo que não apareço aqui e só vim mesmo porque Jazmyn insistiu dizendo que era do meu interesse, a porta foi aberta, era uma das empregadas, a mesma sorriu e me deu passagem e assim entrei.

- A senhorita Jazmyn esta no quarto e disse que poderia subir. - ela disse e voltou pra cozinha.

- Valeu. - ela nem me ouviu. 

Caminhei até as escadas e subi preguiçosamente aqueles degraus todos, era cansativo pra porra. Andei até o quarto de Jazmyn, que se encontrava com a porta aberta, ela estava sentada no chão, discutindo algo com outras duas meninas, bati na porta e ela olhou pra trás e sorriu, veio correndo até mim e pulou em meu colo.

- Meu Deus, que saudade de você vadia, linda. - ela disse e beijou meu rosto. - Você esta bem? - ela me olhou. - Fiquei apavorada quando meu pai falou do acidente, eu quis morrer.

Jazmyn falava tudo tão rápido, mal consegui entender.

- Nunca mais faça isso, eu morreria. - me abraçou novamente, coloquei as mãos em seus braços a afastando.

- Chega de drama, fala rápido. - ela revirou os olhos.

- Preciso da tua ajuda. - ela pegou em minha mão e me puxou pra dentro do quarto.

- Já vou adiantando, seja lá o que for, eu estou fora. - ela me olhou séria.

- Mas nem sabe o que é. - cruzou os braços.

- Mas já estou dizendo que não. - falei séria. - Não sou severino de ninguém.

- Mil dólares. - Jazzy disse.

- Ok, o que é pra fazer? - falei séria e as garotas riram.

- Tenho que organizar o baile de formatura. - ela disse e sentou-se no chão novamente, me sentei ao seu lado.

- Que bacana e porque precisa de mim? - Estranhei. - Isso é super legal fazer, não precisa da minha ajuda.

- Não sou tão criativa como você, preciso ter um tema para o baile. - franzi o cenho.

- É verdade, você não é tão criativa como eu. - ela revirou os olhos e sorri. - Mas porque tema? Nunca vi disso, é a primeira vez que vejo criarem tema, para baile de formandos.

- Tentamos explicar isso, mas como fomos votadas para organizar tudo, também votaram para não fazerem a mesma palhaçada de todos os anos. - uma das meninas falou.

- Entendi. - falei. - Quando é a festa?

- Semana que vem. - Uma das garotas respondeu.

- Nossa, ta em cima da hora. - Jazzy assentiu decepcionada.

- Por isso tô pedindo a tua ajuda, já não sabemos o que fazer. - Jazzy reclamou.

 - Então é mil dólares, só pra te dar o tema da festa? - Sorri.

- Não engraçadinha. - Jazzy respondeu e fechei o sorriso, fazendo cara de tédio.

- O que mais vai querer?

- Que organize a festa. - ela respondeu.

- Não. - me levantei.

- Estou te pagando mil dólares. - neguei e ela também se levantou.

- Organizar festa leva tempo e tempo é dinheiro. - Pisquei e ela franziu o cenho. 

- Por favor, Seu nome. - ela insistiu.

- Cara é uma semana pra organizar, comprar, arrumar e fazer o caralho a quatro. - ela ficou me olhando. - Quer me pagar só mil pra organizar tudo isso e ainda pensar num tema, que certamente não vai gostar, porque sei que é chata e exigente.

- Três mil dólares. - ela disse me olhando com cara de cachorro pidão.

- Ok, o tema será a fantasia, o que acham? - ela bateu palminhas de felicidade e me abraçou.

- Eu acho o máximo. - Uma das meninas disse.

- Como não pensamos nisso antes? - a outra garota perguntou.

- Te amo, obrigada. - ela disse e vi que as meninas respiraram aliviadas.

- Tá, tem números de fornecedores? - Perguntei me sentando no chão e pegando o notebook, ela se sentou ao meu lado.

- Fornecedores? - a olhei. - Pra quê? - Jazzy perguntou.

- Para comprar as bebidas, doces e tudo mais de um baile. - ela negou com a cabeça.

- Então pesquisem, não vou fazer tudo sozinha.

Baixamos as cabeças e começamos a pesquisar fornecedores de bebidas de confiança que não cobrassem tão caro, já que a escola de Jazzy, estava disponibilizando apenas um valor X, de dinheiro para pagar isso. Ficamos quase duas horas pesquisando, Jazzy havia decido pra pegar um lanche e uma das meninas tinha ido embora, ficando apenas eu e Kimberly no quarto.

- Hei, cadê a Jazmyn? - Ouvi aquela voz e senti um frio na barriga, era Justin.

- Oi Justin. - A Kimberly o cumprimentou. - Ela foi na cozinha.

Me virei para olha-lo, já que estava de costas pra porta.

- Oi Justin. - falei baixo e ele ficou me olhando surpreso, sorriu. - Como esta?

- Tranquilo, não sabia que estava aqui. - ele cruzou os braços e se escorou no marco da porta.

- Vim ajudar a Jazmyn em algumas coisas. - me levantei e me aproximei um pouco dele. - E como esta o ferimento?

- Já esta melhor, vai ficar uma cicatriz do caralho, mas tranquilo. - ri, porque ele é muito desbocado. 

Ele ficou me olhando e senti meu rosto queimar.

- Justin. - Era voz de Jazmyn. - O Jaxon soltou aqueles cachorros, agora eles entraram na cozinha e estão fazendo uma bagunça. - ela veio reclamando segurando uma bandeja. - Vai lá por favor, as empregadas não conseguem dar jeito naqueles bichos.

- Porra do caralho, quem mandou aquele moleque soltar eles? - Justin perguntou bravo se afastando, ri, ele fica mais gato bravo.

- Foi o pai quem mandou, mas eles entraram na cozinha. - Jazzy disse.

- E porque não fez nada? A porra daqueles cachorros são seus, cacete. - ele saiu bravo.

Jazmyn me olhou e começamos a rir, foi engraçado.

Lanchamos e conseguimos o número de um fornecedor bem conhecido, ligamos e marcamos de ir conversar com ele, amanhã bem cedo.

[...]

Porra tô esperando a Jazmyn a mais de meia hora, assim vamos perder de conversar com o fornecedor.

- Johnson ? - Ouvi Jazmyn me chamar vindo da cozinha, me levantei do sofá. - Você sabe dirigir?

- Não, porque?

- Então... Temos um problema. - franzi o cenho. - Meu pai saiu com o motorista e o outro foi levar o Jaxon, pra puta que pariu, nos deixando na mão.

- Não acredito. - falei decepcionada. - E agora?

Ela olhou para algo atrás de mim e sorriu, me virei e vi Justin descendo as escadas, a cara era um cú.

- Justin, o que vai fazer agora? - Jazzy perguntou.

- Nada que te interessa. - ele passou por nós, entrando na cozinha e Jazzy foi atras, a segui é claro.

- Deixa de ser chato, tem algum compromisso agora? - ela falou manhosa.

- Nada que seja da tua conta. - ele disse pegando algo dentro da geladeira.

- Justin, por favor. - Jazzy choramingou.

- O que é? Não vou fazer cena nenhuma. - ri dele e ele me encarou.

Justin estava um amor com aquele rostinho dono amaçado, cabelo bagunçado, lindo.

- Leva a gente no nosso compromisso, é longe. - ela disse.

- Tenho cara de chofer, agora? - ele ficou nos encarando. - Pra que eu pago os motoristas, dessa porra? Pede pra eles.

- Eles não estão ai. - ela disse, Justin bufou.

- É só levar? - Jazmyn assentiu, sorridente. - Então chamem um táxi. 

O sorriso de Jazmyn desapareceu e Justin começou a rir.

- Até o taxista chegar aqui, já era. - ela reclamou. - Por favor Justin, não custa nada.

- Mais que porra Jazmyn, só enxerga eu nesse caralho. - Justin disse bravo de boca cheia. - Porque não pediu pra Johnson?

- Não sei dirigir. - Respondi e ele se levantou da bancada.

- Porra do caralho, não presta pra nada também. - Ele disse rude passando por mim, saindo da cozinha.

Senti a raiva tomar conta de mim e Jazmyn me olhou, respirei fundo.

Seguimos ele e Jazmyn respirou aliviada, Justin pegou a chave do carro e fomos até a garagem. Ele apertou o botãozinho destravando o carro, nos aproximamos dele e Jazmyn abriu a porta de trás e entrou, Justin entrou na casa novamente, fui até ela.

- Senta na frente, Johnson. - Franzi o cenho.

- Porque?

- Porque vamos passar pra pegar as meninas. - Dei de ombros.

Fechei a porta e abri a da frente, Justin saiu da casa e se aproximou.

- Posso ir com você na frente? - Perguntei.

- Tanto faz. - ele respondeu grosseiro, bufei.

 Justin assumiu seu lugar no banco do motorista, entrei e fechei a porta.

- Coloca o cinto. - Justin disse dando partida.

- Justin... - Jazmyn chamou e ele a olhou pelo retrovisor. - Pode passar na casa da Kimberly e da Brianna?

- Puta que pariu Jazmyn, tirou o dia pra me alugar, cacete?

- O que vai custar? Fica no caminho. - Justin Bufou e seguiu caminho.

Pegamos as meninas e seguimos até o nosso compromisso, Justin ficou nos esperando porque Jazmyn fez um fiasco, quando ele disse que tinha um compromisso. Enfim, fechamos negócio e voltamos pro carro.

- Seu nome, me alcança a lista do que temos que comprar. - Jazmyn disse.

Tirei de dentro do bolso o papel, onde estava escrita uma série de coisas que precisaríamos, coisas como: copinho, pratinhos, etc... a lista era grande e a entreguei.

- Você trouxe o dinheiro? - perguntei.

- Sim. - ela respondeu. - Justin, para no mercadão. - Justin a olhou pelo retrovisor e bufou.

Mas ele parou sem reclamar dessa vez, Jazmyn e as meninas desceram do carro e eu fui tirando o cinto.

- Pode ficar Seu nome, essa parte fizemos. - Jazzy disse.

- Tem certeza? - Perguntei.

- Tenho, não demoramos... Justin pode esperar a gente. - Olhei pra Justin e ele revirou os olhos.

As garotas entraram no mercado e Justin adentrou no estacionamento, pois onde tinha parado não poderia ficar. Ele desligou o carro e deixou o som ligado, tocava boys II men, a musica era linda e delicada. 

- Gosta deles? - Me referi ao grupo que cantava.

 Ele assentiu olhando pra frente, como se não se importasse com a minha presença.

- Porque? - ele me encarou.

- Sei lá, não faz o teu estilo. - ele riu pelo nariz.

- E lá você sabe do meu estilo? - o olhei.

- Sei sim. - ele franziu o cenho. - Estilo chato, pra porra. - ele riu sem humor.

- Muito legal que você é. - ele revidou.

- Pelo menos eu não fico atacando as pessoas, por nada. - Me defendi.

- Eu sou assim, porra. - ele se explicou estressado. - Se não gostam não posso fazer nada.

Ficamos em silêncio por breves minutos, fiquei olhado pra rua.

- Escuta, você não tem namorado? - ele perguntou normalmente, até estranhei.

- Porque quer saber? - perguntei sem olha-lo.

- Ué porque quero saber, não pode me responder, cacete? - ele perguntou já estressado.

- Mais tem que ter um motivo, caramba. - me estressei também.

- Porque queria te convidar pra sair, caralho. - ele disse rude.

- Nossa. - o olhei. - Era pra ser romântico? - ele revirou os olhos. 

- Tem ou não tem?

- Não tenho. - respondi.

- JUSTIN, ABRE O PORTA MALAS. - Jazmyn veio gritando, empurrando um carrinho cheio de compras.

Justin bufou e saiu do carro, pra ajudar a colocar as compras no porta malas.

Voltamos pra casa, no caminho Jazmyn veio tagarelando das coisas, que tínhamos que fazer na semana, já estava cansada antes de começar.

- Justin, pode me deixar aqui. - falei e as meninas se calaram.

Justin parou o carro em frente a minha casa.

- Ué, não vai dormir lá em casa? - Jazmyn perguntou. - Temos algumas coisas pra decidir.

- Não. - Tirei o cinto. - Amanhã bem cedo, eu vou pra lá.

- Então tá, você quem sabe. - ela respondeu.

- Tchau gatinhas. - disse olhando para as meninas, elas sorriram. - Valeu. - disse por fim e desci.

Atravessei a rua e subi a calçada.

- Seu nome? - Ouvi Justin me chamar e me virei, ele se aproximou.

- Fala. - disse o olhando.

- Olha só, me desculpa, ok? - fiquei o olhando sem entender. - Eu não sei ser romântico, isso me estressa. - ele disse sem paciência, franzi o cenho.

- Do que você esta falando, criatura? Desembucha logo. - ele bufou nervoso.

- Quer sair comigo? - perguntou calmamente.

- Bom, fiquei surpresa, até porque não esperava que ...

- Tá tá tá. - ele disse estressado. - Aceita ou não?

- Quando? - ele sorriu.

- Hoje, a noite venho te buscar, pode ser? - ele parecia nervoso.

- Claro, sem problemas. - ele sorriu.

 - Até depois. - ele disse e voltou pro carro.

 Que porra acabou de acontecer, aqui? Entrei em casa rindo sozinha.

- Que aconteceu? - Meu pai perguntou, me dando um susto. - Viu um passarinho verde?

- Nossa pai, nem tinha lhe visto. - ele me olhou e voltou sua atenção para o jornal.

- Onde estava? - perguntou sem me olhar. - Nem me avisou que ia sair.

Me sentei ao seu lado, no sofá.

- Na casa da Jazmyn, não quis te acordar. - ele não falou nada.

- O que foi fazer lá, tão cedo? - ele me olhou.

- Ela esta me pagando, pra organizar um baile de formatura. - respondi simples.

- E desde quando, virou organizadora? - ele perguntou sério.

Na verdade ele não gosta que eu faça esse tipo de coisa, porque diz sempre que não estudei pra isso.

- Desde quando recebo pra isso. - Pisquei pra ele e me levantei.

Ele resmungou alguma coisa, que não entendi. Não dei importância e fui pras escadas.

- Pai, vou sair a noite. - avisei subindo vagarosamente cada degrau.

- Quer que eu te leve? - ouvi ele perguntar.

- Não precisa, vão vir me buscar. - disse por fim e entrei no meu quarto.

Fechei a porta e me atirei na cama, estava morta de sono.

[...]

Olhei no relógio do criado mudo, marcava 08:05 p.m, já estava pronta a meia hora. Peguei minha bolsa, coloquei meu celular dentro e resolvi descer, para esperar na sala.
Meu pai estava arrumando suas coisas, para sair.

- Nossa, você esta radiante. - sorri. 

- Obrigada, pai.

- Bom eu já vou indo, se cuida. - ele beijou minha bochecha.

- Tá, te amo.

Fui indo pra cozinha e ouvi a campainha tocando.

- Baby... - Ouvi meu pai me chamar.

 Voltei pra sala e dei de cara com o Justin parado na porta, lindo como sempre. Olhei pro meu pai e o mesmo o encarava.

- Pai  esse é Justin, irmão da Jazzy. - falei me aproximando deles.

- Quero me apresentar formalmente, sr Johnson. - Justin disse educadamente. - Prazer, Justin Bieber. 

Meu pai estendeu sua mão e ambos se cumprimentaram.

- Charles Johnson. - meu pai disse sério.

- O prazer é meu. - Justin disse. 

- Já vou, baby. - ele beijou meu rosto novamente. - Me liga se precisar.

- Tudo bem. - respondi.

- Até mais, rapaz. - apertou a mão de Justin o encarando firme e Justin fez o mesmo.

- Foi um prazer, sr Johnson.

Enfim meu pai saiu e notei que Justin segurava uma rosa vermelha.

- Ah. - ele percebeu que eu a notei em sua mão. - Eu a comprei no caminho, mas... - ele me mostrou e a mesma estava com o talo quebrado. - Acabei quebrando, não levo muito jeito pra isso. - ele me entregou a rosa.

- É linda, obrigada. - sorri. - Já volto.

Fui até a cozinha e a coloquei dentro de um vidro com aguá, mesmo quebrada. Pelo menos ele tentou, voltei pra sala e ele continuava parado na porta.

- Vamos? - assenti e sai, tranquei a porta e caminhamos até o carro dele.

Não, ele não abriu a porta pra mim, adentramos e ele deu partida.

[...]

Jantamos em um restaurante cheio de frescuras, mal sabia comer com aqueles talheres todos. Justin percebeu o quão aquilo me incomodava e resolveu pedir a conta. Saímos do restaurante e decidimos sentar em uma praça quase ao lado do restaurante, para conversar um pouco, a noite estava agradável. Justin estava um pouco quieto, ou estava com vergonha de puxar assunto.

- Então... - ele me olhou - Porque resolveu, me chamar pra sair?

- Sei lá, não tinha nada melhor pra fazer. - ele falou sério e o encarei.

Ele gargalhou.

- Qual é a graça?

- Deveria ter visto a tua cara, foi a melhor. - ele falou entre risos.

 - Nossa Bieber, eu não acho nem um pingo de graça, nas tuas grosserias. - Fui sincera.

Ele cessou o riso e bufou.

- Foi mal, só quis descontrair. - Me pareceu sincero. - Bom... Queria ter te chamado pra sair, desde quando nos beijamos. - O olhei.

- Sério isso? - Perguntei perplexa.

- Sério.

- Pensei que, sei lá. - fiquei um pouco nervosa. - Você disse aquelas coisas desnecessárias. 

- Esta falando de quando estávamos no pântano? - assenti. - Eu falei aquilo, pra te magoar.

- Porque fez isso?

- Porque sou assim, mesmo não querendo, acabo magoando as pessoas. - ele respondeu meio estressado.

Ficamos alguns segundos em silêncio.

- Mas e aquilo que me disse no avião? - Arrisquei, ele me olhou. - Sobre o beijo, é verdade? - perguntei timidamente.

- Não sei. - franzi o cenho.

- Porque?

- Porque teria que te beijar de novo. - senti um frio na barriga. - Pra ter certeza.

- Bom... - Sorri envergonhada.

Ele se aproximou calmante e pegou em meu queixo, o olhei e nos beijamos.
Me derreti, sentindo as famosas borboletas no estomago, aquele beijo era apaixonante.


_____________

Continua?

Olá meus dengos!
Como estão? Então, demorei? hehe.
Obrigado as meninas que comentaram no capitulo anterior, ameeei. Sério *-*

E o que acharam desse capitulo? Comentem please?
Já vou adiantando, teremos surpresas no próximo capitulo.

Então era isso, fiquem com Deus, amo todas!
Até a próxima...

#Fê